Autodesk dá passos importantes em ações de antipirataria para combater perda de US$13 bilhões de renda para os desenvolvedores globais de software
Fonte: Autodesk Publicada em: 4 de setembro de 2003 | Ajustar Fonte: |  |  |  |
A Autodesk, Inc. (Nasdaq: ADSK), anunciou que vêm realizando esforços extras para combater a pirataria e a perda de faturamento de US$13 bilhões para desenvolvedores globais de software, com medidas para proteger tanto os usuários como os fabricantes contra os infratores de direitos autorais. A companhia se apóia em seu bem sucedido Programa de Prevenção à Pirataria, que visa educar os clientes e o público em geral sobre as falsificações em softwares e seus efeitos sobre a economia global e na inovação dos produtos, buscando, ao mesmo tempo, recursos legais contra tais infratores. A Autodesk já realizou acordos com milhares de companhias que utilizam cópias não autorizadas dos softwares Autodesk, registrando recuperações totais de quase US$60 milhões na América do Norte desde a criação de seu Departamento para Prevenção à Pirataria em 1989. “A pirataria de software causa um impacto econômico negativo, não apenas sobre a indústria de software, mas também na saúde econômica nacional. Ela reduz os fundos disponíveis para as pesquisas e desenvolvimentos, provoca desempregos e prejuízos de milhões de dólares em salários e pagamentos de impostos”, destacou Rober Holleyman, presidente e CEO da Business Software Alliance (BSA). O Impacto Global
Os 2.800 desenvolvedores externos da Autodesk têm criado milhares de soluções. E a falta de proteção à propriedade intelectual afeta a inovação na indústria de software. Existe uma forte relação entre as menores taxas de pirataria e as maiores contribuições para TI. Globalmente, quatro entre dez cópias de softwares são piratas, com as taxas de pirataria nos diversos países variando entre 25% e 94%. Os países com os menores níveis de falsificações têm setores de TI maiores, com níveis mais altos de recolhimento de impostos e mais empregos, além de outras vantagens econômicas. Quando a taxa de pirataria é menor, o setor de TI apresenta um maior crescimento e, conseqüentemente, pode oferecer mais benefícios.
Um estudo da IDC Corp. (International Data Corporation) sobre o impacto econômico reportado em junho de 2003 pela BSA revelou que a redução dessas taxas em 10 pontos –- 30% -- poderia gerar 1,5 milhão de empregos, aumentar o crescimento econômico em US$400 bilhões e gerar US$64 bilhões em novos impostos para ajudar os governos a financiarem programas públicos, como em educação, saúde e serviços judiciários. O estudo também determinou que a taxa mundial de pirataria é de 39%, o que reflete uma perda de US$13 bilhões para os desenvolvedores de softwares comerciais.
As taxas de pirataria na Europa Ocidental, segundo a empresa de pesquisas, são de 71%, enquanto que atingem 55% no Pacífico Asiático e na América Latina, 71% no Oriente Médio e África, e 35% na Europa Oriental. Embora a América do Norte tenha a menor taxa de pirataria (24% e US$ 2,3 bilhões em perdas para a indústria de software), esses números ainda assim são impressionantes.
A Autodesk estima que para cada cópia legal vendida de software, cinco outras são ilegais. Vale ressaltar que, dentro das organizações, nem todos os funcionários podem ser responsáveis por utilizar cópias ilegais.
“Os efeitos negativos da pirataria são enormes para nossos clientes, desenvolvedores, para a economia e as taxas de emprego”, afirmou Sandy Boulton, diretora do Departamento de Prevenção à Pirataria da Autodesk. “Estamos nos esforçando muito para evitar esse crime por meio da educação, bem como pela aplicação de ações legais contra empresas que infringem as leis de direitos autorais. Ninguém questiona as penalidades para o roubo de um automóvel ou de um computador, mas quase ninguém reconhece o valor da propriedade intelectual contida no software. E o dano provocado aos fornecedores de software é igual à experiência dos fabricantes de automóveis ou computadores”.
Relatórios de Pirataria e Acordos A Autodesk é um dos membros fundadores da BSA, a porta-voz das companhias mundiais líderes no desenvolvimento de softwares diante de governos e clientes no mercado internacional. A BSA tem programas educativos para os usuários de computador referentes aos direitos de autoria de software, defende as políticas públicas que estimulam a inovação e amplia as oportunidades comerciais, combatendo com empenho a pirataria no setor de software.
Grande parte dos relatórios que chegam ao Departamento de Prevenção à Pirataria da Autodesk resulta em acordos com companhias que usam cópias não autorizadas das soluções Autodesk. A seguir, alguns dos acordos mais recentes:
· Jordan-Tew & Associates, P.A. Uma empresa de engenharia civil com sede em Dunn, Carolina do Norte, chegou a um acordo com a Autodesk por US$45.000, um valor que incluiu as multas e várias licenças novas de software Autodesk para atender as necessidades atuais e futuras de software da Jordan-Tew. A Jordan-Tew trabalhou com a Autodesk para corrigir a falta de licenças para os softwares Autodesk Land Desktop, Autodesk Civil Design, Autodesk Survey e Autodesk Map. A ação iniciou-se no ano passado, quando o Departamento de Prevenção à Pirataria da Autodesk recebeu um relatório informando que a Jordan-Tew havia instalado mais cópias de seu software do que o número permitido pelas licenças. A Jordan-Tew cooperou totalmente com as solicitações da Autodesk para realizar uma avaliação em suas instalações e no licenciamento do software Autodesk, incluindo o fornecimento de informações atualizadas sobre a aquisição de licenças, uma investigação minuciosa e uma auditoria de todas as instalações de software.
· A Charles King Architects & Associates, Inc. ("CKAA"), Chattanooga, Tennessee, e a Autodesk chegaram a um acordo sobre a regulamentação do uso pela CKAA de cópias ilegais de softwares Autodesk com o pagamento de US$51.796, um valor que incluiu multas e várias licenças do software AutoCAD. A CKAA também concordou em eliminar as cópias não licenciadas que não foram substituídas por software legal. A Autodesk entrou em contato com a CKAA após receber um relatório informando que a empresa de arquitetura havia instalado mais cópias do software Autodesk que as licenças permitidas. Cooperando completamente com a Autodesk, a CKAA realizou uma auditoria em seus computadores e descobriu a presença de softwares Autodesk piratas. Como resultado dessa investigação, a CKAA adquiriu as licenças necessárias.
Desde dezembro de 1999, a lei de direitos autorais nos EUA tenta recuperar os danos por violações aos direitos civis autorais. A recuperação inclui o pagamento de até US$150.000 pelo trabalho violado, a destruição das cópias ilegais e o pagamento dos honorários de advogados e custas processuais. A lei também permite que o governo procure os infratores e aplique as penalidades criminais, incluindo multas de até US$250.000 e prisão por até cinco anos. Para obter outras informações sobre o Programa de Prevenção à Pirataria da Autodesk, reportar ocorrência de pirataria, ou confirmar se está violando os acordos de licenças de software, visite o site www.autodesk.com/piracy.
Fonte: IMS Marketing
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